Nuno, as melhores crónicas são as mais curtas, onde vai direito ao assunto e arreia neles. Quando vem a crónica sobre o ministro das obras públicas, o deserto da outra banda e o jamais? Quando vem a crónica sobre a saúde com o fecho das maternidades e das urgências? Quando vem a crónica sobre o deficit e o desemprego? Quando vem a crónica sobre a promessa eleitoral do Sócrates de criar emprego? Quando vem a crónica sobre a ministra da educação? Quando vem a crónica sobre as pessoas que têm de trabalhar com cancros? Continue a arrear neles. Eles merecem.
2.
Glória Allen Revez Beja Santos | January 11th, 2008 at 3:41 pm
Viva grande amigo Nuno. Parabéns pela( há quem lhe chame ousadia) de se sentar num sítio público e dizer-lhe “o que vai na gana” sobre assuntos que ficam sempre de lado, e zás, tornam-se em problemas que se avolumam em prateleiras esquecidas e no latente da consciência. A sua geração sim, sabe avaliar o preço da liberdade de expressão e a conquista de uma democracia e que, é agora uma democratura. Gosto imenso e atreva-se sempre a presentearmo-nos com as suas inquetações. Beijos e abraço amigo, Glória Beja Santos
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1. João Freitas | December 27th, 2007 at 11:39 am
Nuno, as melhores crónicas são as mais curtas, onde vai direito ao assunto e arreia neles. Quando vem a crónica sobre o ministro das obras públicas, o deserto da outra banda e o jamais? Quando vem a crónica sobre a saúde com o fecho das maternidades e das urgências? Quando vem a crónica sobre o deficit e o desemprego? Quando vem a crónica sobre a promessa eleitoral do Sócrates de criar emprego? Quando vem a crónica sobre a ministra da educação? Quando vem a crónica sobre as pessoas que têm de trabalhar com cancros? Continue a arrear neles. Eles merecem.
2. Glória Allen Revez Beja Santos | January 11th, 2008 at 3:41 pm
Viva grande amigo Nuno. Parabéns pela( há quem lhe chame ousadia) de se sentar num sítio público e dizer-lhe “o que vai na gana” sobre assuntos que ficam sempre de lado, e zás, tornam-se em problemas que se avolumam em prateleiras esquecidas e no latente da consciência. A sua geração sim, sabe avaliar o preço da liberdade de expressão e a conquista de uma democracia e que, é agora uma democratura. Gosto imenso e atreva-se sempre a presentearmo-nos com as suas inquetações. Beijos e abraço amigo, Glória Beja Santos
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